Os Estados Unidos já não conseguem assegurar a liberdade de navegação, nem precisam de o fazer. Este texto explica porquê. Publicado em parceria com a...
A guerra com o Irão dificulta o acesso a uma matéria-prima essencial ao fabrico de chips e às infraestruturas de inteligência artificial. Este artigo...
Será que os partidos e as pessoas estão cada vez mais polarizados? Neste episódio, Pedro Magalhães e Luana do Bem analisam a tão debatida «polarização...
O caso que levou à demissão de Alexandra Reis do cargo de secretária de Estado leva o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, a apresentar também a sua demissão. A 2 de janeiro é substituído por João Galamba.
Por decisão do ministro das Finanças, Fernando Medina, a secretária de Estado do Tesouro, Alexandra Reis, apresenta a sua demissão. Está em causa uma suposta indemnização de € 500 mil euros para abandonar a administração da TAP, sendo posteriormente administradora da ANA e por fim empossada como secretária de Estado.
Reunião do Conselho de Estado tendo como único ponto da ordem de trabalhos a «União Europeia: processo de alargamento e processo de reformas financeira e económica».
O Congresso do Peru afasta o presidente Pedro Castillo do seu cargo e prende-o quando este tenta dissolver o Congresso, numa tentativa de golpe de Estado. Sucede-lhe a vice-presidente Dina Boluarte.
Após protestos de grande envergadura contra as políticas de «covid zero» do Governo chinês, este alivia uma série de restrições referentes à contenção da doença.
A Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) apresenta o estudo Ética e Integridade na Política: Perceções, controlo e impacto, sobre a ética e a integridade na vida política, coordenado por Luís de Sousa e Susana Coroado, do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa.
O G7 e a Austrália juntam-se à UE e impõem um teto de $ 60 por barril ao petróleo russo, destinado a «evitar que a Rússia lucre com a guerra de agressão contra a Ucrânia».
Filósofo e ensaísta norte-americano, professor catedrático de Filosofia Política na Universidade de Harvard, onde começou a lecionar em 1980. Após os estudos liceais, cursou a Universidade Brandeis, em Waltham, Massachusetts, e doutorou-se no Balliol College, de Oxford, sob a orientação do filósofo Charles Taylor, que lhe deixou uma influência profunda. Em 1980, aceitou o convite para integrar a Faculty of Arts and Sciences, na Universidade de Harvard, onde durante décadas foi responsável pelo curso «Justiça». Com um total de mais de 15 mil alunos inscritos ao longo dos anos, o curso foi um dos mais frequentados em toda a história daquela instituição de ensino e chegou a ser gravado e colocado online em livre acesso, tendo milhões de visualizações. Incluído pela Foreign Policy na lista dos 100 Global Thinkers, considerado pela Newsweek como o «filósofo vivo mais relevante» e como uma autêntica «estrela-rock», e pela New Republic como o «professor de filosofia mais famoso do planeta», Michael Sandel postula que a filosofia deve ser ensinada através do diálogo e só faz sentido quanto está próxima da vida de todos os dias, razão pela qual tenta sempre incorporar o contexto em que decorrem as suas discussões. O seu pensamento, traduzido em 27 línguas, é expresso em vários livros onde reflexão moral e aprofundamento da vida democrática estão irrevogavelmente ligados. O seu mais recente êxito de vendas, «What Money Can’t Buy: The Moral Limits of Markets», é um convite aos leitores para repensarem o papel que o dinheiro e os mercados desempenham nas nossas vidas e foi considerado pela Foreign Policy como um dos 20 livros do ano de leitura obrigatória. Presentemente, continua a dar seminários sobre «ética e biotecnologia» e a lecionar o curso de «Étthics, Economics and the Law».
Professora de Ciência Política no Barnard College, na Universidade de Columbia. Os seus interesses de investigação incluem história e política europeias, o desenvolvimento da democracia, populismo e fascismo, e a história da esquerda. Escreve sobre estes temas para uma ampla variedade de publicações académicas e não académicas, incluindo o «The New York Times», «The Washington Post», «Foreign Policy», «Foreign Affairs» e «VOX». Atualmente, integra os órgãos do «Journal of Democracy», da «Dissent» e da «Political Science Quarterly». O seu mais recente livro, «Democracy and Dictatorship in Europe: From the Ancien Regime to the Present Day», foi publicado pela Oxford University Press em 2019.
É médico e sexologista.
Trabalha com a Direção-Geral da Saúde em programas sobre juventude, sexualidade e reprodução, prevenção da violência e comunicação.
É autor de quatro obras: «As Nossas Pequenas Superfícies», publicado pela Quatro Margens Editora em 1998, «Adolescentes, Pais e Tudo o Mais», pela Texto Editores em 2002, o «O Voo Desordeiro de Eros», pela Dom Quixote (2008), e em 2016 lançou «Sexo, A Quanto Obrigas!» através da editora Livros Horizonte.
Deputada à Assembleia da República por mais de dez anos.
Presidiu a Comissão Parlamentar para a Paridade, Igualdade de Oportunidades e Família entre 1995 e 1999. A partir de 1998, assumiu a mesma função na Rede Europeia de Comissões Parlamentares para a Igualdade de Oportunidades.
É licenciada em Ciências Sociais e Políticas pelo ISCSP, instituto onde foi professora assistente convidada. Foi também docente na Universidade Católica Portuguesa.
É professora associada com agregação no ISEG – Lisbon School of Economics and Management, da Universidade de Lisboa, onde se doutorou em Sociologia Económica e das Organizações e coordenou o projeto “Break Even” (2014-2016), destinado a promover a igualdade de género nas empresas.
Coordena, atualmente, o projeto " Women on Boards: An Integrative Approach", financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES).
É investigadora doutorada do Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações, onde coordena a linha de investigação Organizações, Trabalho, Emprego e Género.
Foi presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género em 2010, organismo a que continua ligada como membro do conselho consultivo como perita nas áreas dos direitos das mulheres, não discriminação e cidadania.
Coordenou a rede de investigação “Gender Relations in the Labour Market and the Welfare State” da Associação Europeia de Sociologia, continuando a ser membro do comité científico da Rede. Integrou o conselho de administração do Instituto Europeu para a Igualdade de Género, o Grupo de Alto Nível em Mainstreaming de Género da União Europeia e o Conselho Económico e Social.
É investigador principal no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Ao longo dos anos, em vários países, dos Estados Unidos a Israel, passando por Inglaterra e Brasil, tem-se dedicado ao estudo dos nacionalismos, movimentos sociopolíticos de direita e de esquerda, assim como a temas ligados à liderança política. Em 2021, Zúquete organizou o volume «Routledge International Handbook of Charisma».
Repórter no jornal Público desde a sua fundação. Foi correspondente em Nova Iorque e editor da revista Pública. Há mais de 20 anos que realiza reportagens por todo o mundo, em zonas de crise, ou onde quer que haja notícias ou boas histórias. Fez a cobertura jornalística de conflitos no Kosovo, Afeganistão, Iraque, Tchetchénia, Argélia, Angola, Caxemira, Sudão, Líbia e muitas outras, e ganhou vários prémios (Gazeta, AMI, ACIDI, Clube Português de Imprensa, FLAD, Lettre Ulisses, Lorenzo Natali, etc.). É professor de jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, é autor da biografia de Otelo Saraiva de Carvalho e outros quatro livros. Mantém, atualmente, um blogue de reportagens e vagabundagens intitulado «Repórter à Solta».
Investigadora principal com habilitação em Sociologia no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, onde coordena o grupo de investigação «LIFE» e dirige a revista «Análise Social». Tem trabalhado sobre as sexualidades e a cidadania, as desigualdades sociais e as interseções entre posições de género e, entre outros, sobre os estudos críticos da masculinidade.
Doutorada pelo ISCTE, é professora associada convidada no departamento de Sociologia deste instituto universitário. É também docente em vários programas de doutoramento no ICS e na Universidade de Lisboa: no Programa Interuniversitário de Doutoramento em Sociologia e no Programa de Doutoramento em Estudos de Género.
Integra regularmente os painéis de avaliação do Conselho Europeu de Investigação (ERC).
Tem múltiplos artigos publicados em revistas científicas. É co-autora de dois livros e assina o ensaio «A sexualidade dos Portugueses», publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Presidente do Brasil durante dois mandatos (entre 1995 e 2003).
Doutorado em Ciências Políticas e licenciado em Sociologia, professor universitário e escritor foi considerado, pela Biblioteca do Congresso Americano, como um dos maiores pensadores na área de ciência política e sociologia da América Latina.
Esteve no exílio durante a ditadura militar no Brasil, saindo em 1964 para o Chile e depois para França, regressando ao seu país em 1968. Foi fundador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Deu, também, aulas nas universidades de Stanford, Cambridge e de Paris.
Foi senador por São Paulo pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e um dos fundadores do Partido da Social-Democracia Brasileira (PSDB), em 1988. Integrou a Assembleia Nacional que elaborou a Constituição.
Foi ministro das Relações Exteriores (1992-1993) e ministro da Fazenda (1993-1994), no governo de Itamar Franco.
É doutor Honoris Causa pelas faculdades de Economia da Universidade de Coimbra e do Porto, e pela Universidade de Montreal. Recebeu o prémio John W. Kluge (2012).