O Governo de Varsóvia convida João Paulo II a visitar a Polónia. A 13 de janeiro, o Presidente da Polónia, o general Wojciech Jaruzelski, é recebido pelo Papa no Vaticano. Entre 8 e 14 de junho, João Paulo II visita o seu país natal.
Uma bomba explode no centro da capital francesa, nos Armazéns Tati, em Montparnasse. O balanço são oito mortos e 164 feridos. A série de atentados terroristas em Paris, reivindicados por um grupo islâmico radical libanês ligado ao Hezbollah, e que decorreu entre 7 de dezembro de 1985 e 17 de setembro de 1986, causou um total de 14 mortos e 303 feridos.
Os EUA anunciam sanções económicas contra o Governo do regime de apartheid da África do Sul. A CEE toma idêntica atitude a 6 de setembro. Algumas empresas multinacionais abandonam a África do Sul.
O Presidente Jaruzelski, da Polónia, anuncia uma amnistia política ilimitada para os presos políticos. A 17 de julho, o Governo polaco decreta a libertação da maioria dos seus 350 presos políticos. A 1 de agosto, pela primeira vez em cinco anos, 1500 polacos manifestam-se em Varsóvia sem serem importunados pela polícia.
A África do Sul declara o estado de emergência em todo o país. A 27 de junho, os chefes de Estado e de Governo da CEE lançam um ultimato à África do Sul para que num prazo de três meses altere a sua política e liberte o líder negro Nelson Mandela.