Organizam-se no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, por iniciativa do Governo, os «Encontros de Cidadãos», com a presença do primeiro-ministro português António Costa e do Presidente francês Emmanuel Macron, tendo por tema os 60 anos de tratados europeus, desde o Tratado de Roma (1957) à criação e aprofundamento da União Europeia.
A comunicação social descobre que Ricardo Robles, vereador do Bloco de Esquerda para as questões sociais na Câmara Municipal de Lisboa, é co-proprietário com membros da sua família de um prédio em Alfama adquirido à Segurança Social em 2014 por 347 mil euros e que, após a realização de obras de restauro, o imóvel está à venda por 5,7 milhões de euros, tirando assim partido da especulação imobiliária que se observa em Lisboa. Perante a polémica, pede renuncia ao cargo de vereador municipal de Lisboa e já não participa como delegado na XI Convenção Nacional do BE, a 10 de novembro de 2018.
Festival Verão Clássico, de Concertos Diários e Masterclasses, ou MasterFest IV, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, com pianistas, violoncelistas e trompetistas portugueses, britânicos, checos, alemães e canadianos.
Início do surto de ébola em Kivu, na República Democrática do Congo, que a 29 de novembro se torna no segundo surto mais mortífero deste vírus, sendo apenas suplantado pelo surto epidérmico da África Ocidental em 2013.
Morre a fadista Celeste Rodrigues (1923-2018), irmã de Amália Rodrigues, tendo sido casada com o ator Varela Silva. Viveu os seus últimos momentos de fama ao ver o seu trabalho reconhecido pela estrela pop Madonna, que se radicou em Lisboa.
71.ª edição do Festival de Locarno, na Suíça, contando com quatro portugueses a concurso: primeira longa-metragem de Dídio Pestana, Sobre Tudo Sobre Nata; e três curta-metragens de Marco Amaral, com 3 Anos Depois, Manuel Raga Raga, com Grbavica, e Eugène Green, com Como Fernando Pessoa Salvou Portugal.
Contabilizam-se 18 «leis» que o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa não vetou nem promulgou, mas que lhe levantaram objecções suficientes para as devolver e para o Governo, ou o Parlamento, as meterem «na gaveta». Dos 430 diplomas enviados pelo Governo para Belém, 346 foram promulgados, dois sofreram um veto político e 64 eram tão-só decretos regulamentares e afins. Houve 18 que não tiveram, de facto, um destino óbvio.