É publicado o Decreto-Lei n.º 7/2003, de 15 de janeiro, que altera conceitos da gestão municipal de educação. Os conselhos locais de educação passam a ser denominados conselhos municipais de educação, assim como as cartas escolares passam a cartas educativas, assumindo um papel de maior importância no planeamento e orientação das políticas municipais de educação. É aprofundada, por contratualização com o Ministério da Educação, o reordenamento da rede escolar, com o encerramento progressivo das escolas com menor índice de alunos. No ano lectivo de 2005/2006 existiam 7400 escolas do primeiro ciclo com 416.500 alunos. Destas, 1570 tinham menos de 10 alunos; 1300 tinham entre 10 e 20 alunos. O número de escolas encerradas entre 2005 e 2008 foi bastante elevado. O programa de investimento para modificar e aumentar as escolas existentes, e criar centros escolares, foi apoiado com 400 milhões de euros provenientes do Fundo Social Europeu (FSE).