Valores e Opinião Pública

A Morte

Nº 18 | julho 2011

Maria Filomena Mónica

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Sinopse

É provável que eu morra nos próximos dez, quinze anos. Tenho filhos e netos, amei e fui amada, escrevi livros, ouvi música e viajei. Poderia dar-me por satisfeita, o que não me faz encarar a morte com placidez. Se amanhã um médico me disser que sofro de uma doença incurável, terei um ataque de coração, o que, convenhamos, resolveria o problema. Mas, se isso não acontecer, quero ter a lei do meu lado. Gostaria que o debate sobre as questões aqui abordadas, o testamento vital, o suicídio assistido e a eutanásia, decorresse num clima sereno. Mas teremos de aceitar a discussão com todos os opositores, mesmo com aqueles que, por serem fanáticos, mais repulsa nos causam. Que ninguém se iluda: a análise destes problemas é urgente. Uma edição FFMS e Relógio d'Água. Edição de 2011

Autoria

Coordenação e autoria

  • Maria Filomena Mónica
    Historiadora
    Maria Filomena Mónica nasceu em Lisboa em 1943. Licenciada em Filosofia pela Universidade de Lisboa em 1969 e doutorada em Sociologia pela Universidade de Oxford em 1978. Actualmente, é investigadora-coordenadora emérita do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Autora de artigos na imprensa periódica e de séries para a televisão. Entre outros, publicou os seguintes livros: Educação e Sociedade no Portugal de Salazar, 1978; Visitas ao Poder, 1993; Vida Moderna, 1997; Os Filhos de Rousseau, 1997; Eça de Queirós, 2001; Dicionário Biográfico Parlamentar, 1834/1910, (org.) Lisboa, ICS/AR, 2004; Bilhete de Identidade, 2005; D. Pedro V, 2005; Cesário Verde, 2007; Fontes Pereira de Melo, 2009, Vidas, 2010 e Os Cantos, 2010, e A Morte (2011).

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