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Ação climática: mais vale prevenir ou remediar?

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Qual é o impacto económico das alterações climáticas? E que medidas podem reduzir os seus danos? A economista Catarina Roseta-Palma e o humorista Manel Rosa exploram os custos e vantagens da mitigação e da adaptação – as duas principais dimensões da ação climática.

A evidência científica mostra que o impacto das alterações climáticas na economia é negativo e tenderá a agravar-se ao longo do século. As estimativas apontam para perdas entre 2% a 3% do PIB mundial, em 2100. No entanto, estudos mais pessimistas admitem quedas que podem atingir 30% a 40% do PIB, à escala global.

A partir do comboio de tempestades que devastou o país no início de 2026, a dupla reflete sobre os efeitos das alterações climáticas e explica porque é que Portugal é dos países mais interessados em defender políticas climáticas.

Destacando o que distingue mitigação e adaptação – as duas grandes medidas de ação climática – levanta-se a dúvida: devemos dar prioridade à primeira – que visa reduzir emissões a nível global – ou à segunda – que investe em soluções para evitar danos locais? E de que forma as análises de custo-benefício e de custo-eficácia podem ajudar a decidir?

Pelo caminho, destacam-se ainda exemplos concretos de mitigação, como a economia circular e a alimentação, e o papel que podem desempenhar numa estratégia sustentável.

Porque agir localmente e pensar globalmente é um desafio coletivo, não perca este episódio [IN]Pertinente.

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[IN]Pertinente é um podcast da Fundação Francisco Manuel dos Santos que pretende dar respostas às perguntas de todos, contribuindo para uma sociedade mais informada.

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