17
Junho
2017
incêndios de Pedrógão Grande e da zona Centro deixam a descoberto as fragilidades do Estado face aos negócios feitos pelos sucessivos governos com o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança da Portugal (SIRESP), criado em 2006 e que se pautou por um conjunto de falhas com consequências trágicas. As centenas de milhões de euros que o sistema custará até 2021 e a sua inoperacionalidade perante as tragédias dos incêndios levam o Estado a comprar a empresa SIRESP em 2019, ainda que a Altice e a Motorola continuem a fornecer o sistema, numa parceria público-privada.