A inteligência artificial promete transformar a forma como trabalhamos, mas os seus efeitos não são iguais para todos. O economista João Duarte explica quais são as profissões que se tornaram mais produtivas com a IA, quais as funções que estão mais expostas à automação e porque é que o uso destes sistemas pode beneficiar mais um trabalhador menos qualificado do que um especialista.
Partindo da evidência de que a IA permite produzir mais com menos pessoas, levantam-se outras questões: como gerir o risco de concentração de riqueza e o aumento das desigualdades? Teremos no futuro empresas multimilionárias geridas por uma única pessoa — ou essa realidade já começou?
A dupla explica ainda por que motivos o uso da IA se mantém invisível na economia e debruça-se sobre o cenário (provável) de a produtividade descer antes de subir verticalmente.
Por fim, olhamos para Portugal. Que riscos e oportunidades se colocam ao crescimento e à competitividade do país? Será que a IA nos vai permitir dar um salto produtivo?
Para saber se a IA é uma aliada ou uma ameaça à nossa produtividade, não perca este [IN]Pertinente.
Arlindo Oliveira, «A Inteligência Artificial Generativa» (Ensaios da Fundação n.º 146, FFMS, 2025).
Ethan Mollick, «Co-inteligência» (Ideias de Ler, 2024; original Co-Intelligence, Portfolio/Penguin, 2024)
Daron Acemoglu & Simon Johnson, «Poder e Progresso» (Temas e Debates, 2024; original Power and Progress, 2023)
Stanford HAI, «AI Index Report» (edição 2026)
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