O juiz Giovanni Falcone, a mulher Francesca Morvillo, também magistrada, e três guarda-costas morrem num atentado perpetrado pelo clã mafioso Corleonesi. A bomba, com 1000kg de explosivos, estava oculta num aqueduto de drenagem da autoestrada, tendo destruído o carro blindado em que viajavam e ainda os da sua escolta. Giovanni Falcone tinha acabado de aterrar no aeroporto de Palermo, proveniente de Roma. A 19 de julho a cosa nostra assassinará também o magistrado Paolo Borsellino, colega e amigo de Falcone. Nos anos seguintes assistir-se-á, em Itália, a um reforço da luta contra a criminalidade organizada e à denúncia das suas ligações ao poder político.