Abertura ao público do Centro Cultural de Belém (CCB). A obra foi acompanhada por uma intensa polémica em torno da localização, do projeto arquitectónico e das sucessivas derrapagens nos custos de construção (custou mais 167,5 milhões de euros que o previsto). Do projeto de Vittorio Gregotti e Manuel Salgado, apenas foi concluída a primeira fase do empreendimento, ocupando uma área de 6 hectares e incluindo três edifícios: o centro de reuniões, o centro de espetáculos e o centro de exposições. Os restantes dois módulos nunca foram concluídos: ocupariam uma área de 4 hectares e seriam destinados a uma unidade hoteleira com um mínimo de 150 quartos e a um equipamento complementar de área comercial, escritórios, gabinetes e oficinas.