A
A

As pessoas de hoje serão diferentes das pessoas de outros tempos? O que nos move hoje em dia? Poderemos ser todos caracterizados pelo individualismo? Ter-nos-emos tornado alvos fáceis da ‘ditadura da felicidade’? Seremos os eternos insatisfeitos na procura incessante do ‘melhor que pode vir a seguir’? Ana Markl pergunta e Miguel Chaves explica os 7 pontos que definem o ‘sujeito contemporâneo’, ou seja, em palavras simples, as pessoas dos dias de hoje. Está pronto para ouvir falar de si mesmo? BIOS: Ana Markl nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras: licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou até mesmo a Playboy. Miguel Chaves é Professor Associado do Departamento de Sociologia da NOVA FCSH e investigador do CICS.NOVA. Desenvolveu estudos acerca de marginalidades, desvio e exclusão social, que deram origem a diversos textos dos quais se destacam os livros Casal Ventoso: da Gandaia ao Narcotráfico (Imprensa de Ciências Sociais, 1999) e, em coautoria, Casal Ventoso Revisitado. Memórias para Imaginar um Futuro (Húmus 2019).

Como avalia este conteúdo?
A sua opinião é importante.
No votes yet
264
Episódios
1
Dupla de Política | IN-Pertinente Podcast | Ana Sofia Martins e José Santana Pereira
A democracia trouxe mais igualdade?

Antes do 25 de abril, grande parte da população adulta estava impedida de votar. Antes do 25 de abril, as mulheres tinham direitos bastante restritos. Antes do 25 de abril, a...

46 min
Saber mais

Antes do 25 de abril, grande parte da população adulta estava impedida de votar. Antes do 25 de abril, as mulheres tinham direitos bastante restritos. Antes do 25 de abril, a...

46 min
Saber mais
2
Imagem de Ana Markl e do sociólogo Pedro Góis, a nova dupla de sociedade do [IN]Pertinente podcast
Retornados - porque não refugiados?

Após a revolução de 1974, chegaram a Portugal milhares de portugueses. Vinham das antigas colónias de África. Alguns tinham nascido em Portugal, outros tantos apenas conheciam a...

47 min
Saber mais

Após a revolução de 1974, chegaram a Portugal milhares de portugueses. Vinham das antigas colónias de África. Alguns tinham nascido em Portugal, outros tantos apenas conheciam a...

47 min
Saber mais
3
Imagem da dupla de economia do [IN]Pertinente podcast: Hugo van der DIng e Hugo Figueiredo
Os mitos da produtividade

Será que a produtividade depende em exclusivo dos trabalhadores? Será que temos de trabalhar muitas horas para sermos produtivos? Ou será que a produtividade depende de muitos mais...

39 min
Saber mais

Será que a produtividade depende em exclusivo dos trabalhadores? Será que temos de trabalhar muitas horas para sermos produtivos? Ou será que a produtividade depende de muitos mais...

39 min
Saber mais
4
Imagem de Inês Lopes Gonçalves e Nuno Maulide, a nova dupla de ciência do [IN] Pertinente podcast
O que é que andamos a comer?

Açúcar não é o mesmo que adoçante, mas este último até é mais doce. Os ‘E’ que aparecem nos rótulos afinal não são todos maus. O sal é um bom conservante porque adora a água. Neste...

50 min
Saber mais

Açúcar não é o mesmo que adoçante, mas este último até é mais doce. Os ‘E’ que aparecem nos rótulos afinal não são todos maus. O sal é um bom conservante porque adora a água. Neste...

50 min
Saber mais
In Pertinente Podcast, da Fundação Francisco Manuel dos Santos
Série
Entrevista
258EPISÓDIOS
2026

4 comunicadores, 4 especialistas, 4 temas - Economia, Sociedade, Política e Ciência -, todas as semanas no [IN]Pertinente. 
[IN]Pertinente: um confronto bem disposto entre a curiosidade e o saber. Porque quando há factos, há argumentos.
[IN]Pertinente é um podcast da Fundação Francisco Manuel dos Santos que pretende dar respostas às perguntas de todos, contribuindo para uma sociedade mais informada.

Ler menos