Após a fuga do Forte de Peniche, Álvaro Cunhal, que viria a ser eleito secretário-geral do PCP em março de 1961, rectifica a linha política do partido e inicia a «crítica ao desvio de direita do PCP nos anos de 1956-1959», de que Júlio Fogaça teria sido o principal intérprete. A crítica de Cunhal viria a resultar no documento, publicado clandestinamente, O Desvio de Direita no Partido Comunista Português.