Julgamento no Tribunal Plenário de Lisboa dos padres Felicidade Alves e Abílio Cardoso, bem como de Nuno Teotónio Pereira e Mendes Mourão «por atos contra a segurança do Estado». Tinham criado, em 1968, a associação Grupos de Estudos e Intercâmbio de Documentos, Informações, Experiências – Movimento GEDOC e editado os Cadernos GEDOC, proibidos pela Censura. São absolvidos por as acusações do Ministério Público terem sido consideradas «totalmente improcedentes».