É inaugurado o novo edifício do pólo da Mitra, da Universidade de Évora, da responsabilidade do arquitecto Vítor Figueiredo. O projeto fora iniciado em 1990.
O ministro da Educação, Eduardo Marçal Grilo, anuncia a extinção das provas específicas de acesso ao ensino superior. A 21 de fevereiro, o Ministério da Educação anuncia novas regras de acesso, assentes em notas mínimas e exames nacionais às disciplinas principais.
15 dias depois de tomar posse, Francisco Murteira Nabo, ministro do Equipamento Social, demite-se após o semanário O Independente o acusar de fuga ao pagamento da sisa na compra da sua residência, em 1992.
Em 1996, o Governo espera que o emprego cresça um por cento, o que, aliado ao crescimento de três por cento do Produto Interno Bruto (PIB), possibilitará um aumento de 2% da produtividade. O Governo prevê que a economia portuguesa cresça 0,4 pontos percentuais acima da média dos Estados-membros da União Europeia.
Jorge Sampaio vence as eleições presidenciais com 53,91% dos votos, derrotando Aníbal Cavaco Silva, que obtém 46,09% dos votos. Jorge Sampaio toma posse como Presidente da República a 9 de março.
Remodelação governamental. Francisco Murteira Nabo abandona a pasta do Equipamento Social. É criado o Ministério do Equipamento, do Planeamento e da Administração do Território, que resulta da junção sob a mesma tutela dos anteriores ministérios do Equipamento Social e da Administração do Território. João Cravinho é o titular da nova pasta.
Após intensa polémica e manifestações da sociedade civil, a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) desiste de comprar o Coliseu do Porto para o transformar num local de culto evangélico. A 17 de fevereiro, o semanário Expresso avança que a Igreja Universal do Reino de Deus afastou de Portugal o bispo João Luís.