A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) assina um contrato-promessa para compra do Coliseu do Porto. A 4 de agosto, realiza-se no Porto uma manifestação de milhares de pessoas contra a transformação da conhecida sala de espetáculos em templo daquela igreja evangélica. A 8 de agosto, a Secretaria de Estado da Cultura anuncia que vai estudar as hipóteses de «salvar» a sala, depois da empresa proprietária ter admitido romper o contrato com a IURD. O imóvel seria posteriormente adquirido por uma associação sem fins lucrativos, com a participação da Câmara Municipal do Porto, da Secretaria de Estado da Cultura, da Área Metropolitana do Porto e do grupo segurador Aliança, a 2 de agosto de 1996.