Que país seríamos hoje se, há 40 anos, Portugal não tivesse aderido às Comunidades Europeias?
«A adesão foi uma escolha política fundamental para consolidar a nossa democracia. Afirmou a pertença de Portugal a um projeto comum, assente na liberdade, no Estado de Direito, na cooperação pacífica entre os povos e na ambição de melhorar as condições de vida dos cidadãos», defendeu na abertura da conferência Fátima Barros, presidente do Conselho de Administração da Fundação.
Compreender a realidade portuguesa, com os seus progressos e insuficiências, é parte da missão da Fundação. E compreender Portugal exige compreender a Europa de que fazemos parte e o contexto internacional em que nos inserimos, adiantou.
Por isso, a Fundação tem dedicado grande atenção aos temas europeus, do grande Encontro Portugal Europeu em 2013, à publicação de ensaios, estudos científicos e retratos estatísticos da Pordata que ajudam a conhecer melhor esta realidade.
Esses temas têm também chegado a públicos mais alargados através de documentários, debates televisivos, programas de rádio, podcasts e conferências.
Para Fátima Barros, todas estas iniciativas revelam uma convicção fundamental: «democracias fortes e sociedades prósperas precisam de cidadãos informados, capazes de avaliar criticamente a informação e participar ativamente nas decisões que moldam o seu futuro».
Conferências que reúnem os maiores especialistas nacionais e internacionais sobre temas que vão da ética à política, das mulheres aos jovens, da segurança social ao envelhecimento, da economia à ciência e ao universo.