A Câmara Municipal de Lisboa realoja os primeiros habitantes do antigo Casal Ventoso na nova urbanização da Quinta da Cabrinha, junto à Avenida de Ceuta. Em 1995, um estudo da Câmara de Lisboa revelara que 40% dos fogos do Casal Ventoso não tinham água canalizada, 27% não possuíam esgotos, 10% não estavam ligados a rede eléctrica e 42% não tinham cozinha. No bairro viviam ainda, de forma muito precária, centenas de consumidores de droga e a zona recebia diariamente milhares de outros que aqui se dirigiam para comprar estupefacientes. Entre 1998 e 2002, no âmbito dos Programas PER e URBAN, foram construídas 972 habitações para realojamento das famílias residentes no Casal Ventoso e nas zonas circundantes, tendo o processo custado mais de 100 milhões de euros.