A
A

A trajetória dos direitos humanos em Portugal

42 min
Ouvir episódio
Ver episódio

Como está Portugal em matéria de direitos humanos? O jurista Marco Ribeiro Henriques e Hugo van der Ding analisam como se forjaram e materializaram na Constituição portuguesa os direitos fundamentais – da saúde à habitação, da educação à liberdade de expressão.

Da Constituição de 1822, que consagra pela primeira vez direitos civis e políticos – deixando, no entanto, a justiça social de fora –, à Constituição de 1911, que separa o Estado da Igreja e alarga liberdades – sem as conseguir garantir a todos –, a dupla reflete sobre o impacto dos textos constitucionais em diferentes épocas.

Que direitos resistem quando reina a instabilidade política, como na I República? E o que acontece quando a ordem, a moral e a tradição servem de pretexto para prender, censurar e oprimir, como no Estado Novo? 

Lembrando que as revoluções também implicam ruturas constitucionais, o especialista destaca o 25 de Abril como um ponto de viragem: «mais do que o fim de uma ditadura é o início de um país construído sobre direitos». A Constituição de 1976 coloca a dignidade humana no centro do Estado democrático. 

Hoje, Portugal tem uma das Constituições mais ambiciosas do mundo na proteção do trabalho, da habitação, da saúde e da educação. Mas como se interpreta este texto? E que modelo de sociedade estamos, afinal, a construir?

Em tempo de instabilidade e crescente polarização, este é um episódio [IN]Pertinente a não perder.

Como avalia este conteúdo?
A sua opinião é importante.
0
2 votes
262
Episódios
1
Imagem ilustrativa da nova dupla do [IN] Pertinente Economia, composta por Mariana Alvim e José Alberto Ferreira
Pode haver ganhos com a fuga de talento?

Cada vez mais jovens altamente qualificados mudam-se para os EUA, o Canadá ou os Países Baixos fazendo da exportação de talento um dos maiores «assets» de Portugal dos últimos anos...

42 min
Saber mais

Cada vez mais jovens altamente qualificados mudam-se para os EUA, o Canadá ou os Países Baixos fazendo da exportação de talento um dos maiores «assets» de Portugal dos últimos anos...

42 min
Saber mais
2
Imagem da nova dupla de Ciência: Rui Maria Pêgo e Luísa Lopes
O cérebro dos animais

Os elefantes memorizam caras, caminhos, lugares e demonstram empatia. Os polvos são capazes de encontrar o fim de um labirinto e há alguns animais que que conseguem reconhecer-se...

51 min
Saber mais

Os elefantes memorizam caras, caminhos, lugares e demonstram empatia. Os polvos são capazes de encontrar o fim de um labirinto e há alguns animais que que conseguem reconhecer-se...

51 min
Saber mais
3
Imagem ilustrativa da nova dupla do [IN] Pertinente Política
Onde começa e acaba o totalitarismo?

Hitler, Estaline, Salazar… afinal, o que distingue o autoritarismo do totalitarismo? O politólogo João Pereira Coutinho e o humorista Manuel Cardoso conversam sobre as...

47 min
Saber mais

Hitler, Estaline, Salazar… afinal, o que distingue o autoritarismo do totalitarismo? O politólogo João Pereira Coutinho e o humorista Manuel Cardoso conversam sobre as...

47 min
Saber mais
4
Imagem ilustrativa da dupla [IN] Pertinente Sociedade, com Hugo van der Ding e Isabel Rocha Pinto
A criminalidade está a aumentar?

Os dados mostram que, em Portugal, a criminalidade violenta e grave não tem aumentado e são os pequenos crimes que assumem maior peso na criminalidade registada. Mas, então, por...

48 min
Saber mais

Os dados mostram que, em Portugal, a criminalidade violenta e grave não tem aumentado e são os pequenos crimes que assumem maior peso na criminalidade registada. Mas, então, por...

48 min
Saber mais
In Pertinente Podcast, da Fundação Francisco Manuel dos Santos
Série
Entrevista
256EPISÓDIOS
2026

4 comunicadores, 4 especialistas, 4 temas - Economia, Sociedade, Política e Ciência -, todas as semanas no [IN]Pertinente. 
[IN]Pertinente: um confronto bem disposto entre a curiosidade e o saber. Porque quando há factos, há argumentos.
[IN]Pertinente é um podcast da Fundação Francisco Manuel dos Santos que pretende dar respostas às perguntas de todos, contribuindo para uma sociedade mais informada.

Ler menos