07
Abril
2003
O principal arguido do «caso Moderna», José Braga Gonçalves, anuncia, em carta aberta a Paulo Portas, então ministro da Defesa, que vai revelar «factos por poucos conhecidos e por ninguém esclarecidos» sobre a empresa de sondagens Amostra, ligada à universidade. Recorde-se que os nomes de Paulo Portas e Pedro Santana Lopes, através do centro de sondagens, figuravam na lista de pagamentos da instituição. Também o automóvel de marca Jaguar de Paulo Portas, pago pela Universidade Moderna, era um carro de serviço oferecido como recompensa pelos, alegados, bons resultados da empresa de sondagens Amostra. A 27 de novembro, José Braga Gonçalves será condenado a 12 anos de prisão.