Começa a maior catástrofe ambiental que até o momento havia sacudido a costa galega: o afundamento e posterior derramamento de milhares de toneladas de fuel óleo por parte do petroleiro Prestige. Um dos tanques do navio abriu-se durante uma tempestade nas costas da Galiza. Nesse momento derramaram-se 5 mil toneladas de fuelóleo. Em 19 de novembro, o barco quebrou-se em dois às 8h da manhã, a cerca de 250 km da costa, provocando um aumento da mancha negra. As autoridades portuguesas haviam proibido a entrada do navio para reparação em portos nacionais, temendo o derramamento de fuelóleo. Portugal acaba por ser pouco afetado, mas medidas preventivas da poluição foram postas em prática nas capitanias dos portos de Caminha e de Viana do Castelo.