Diogo Macedo, aluno do 4.º ano de Arquitectura do pólo de Famalicão da Universidade Lusíada, sente-se indisposto após ser alvo de uma «praxe». É conduzido ao Hospital de Famalicão, sendo posteriormente transferido para o Hospital de S. João, no Porto, onde veio a morrer sete dias depois. Após denúncia do médico que o assistiu é aberto um processo-crime, encerrado em 2004 por falta de provas, sendo os suspeitos ilibados. A mãe do estudante assassinado não desiste e em 2007 instaura um processo cível à cooperativa Minerva, proprietária da Universidade Lusíada. Em setembro de 2009 o Tribunal Cível de Famalicão considerou provado que Diogo Macedo morreu devido à praxe e condena a Universidade Lusíada por omissão de ação, devendo pagar uma indemnização de 90 mil euros à família. Após recurso da Universidade Lusíada, quer o Tribunal da Relação do Porto, em 2011, quer Supremo Tribunal de Justiça, em 2013, dão também como provada a responsabilidade da instituição na praxe violenta que originou a morte do aluno, condenando-a a pagar 91.350 euros à família de Diogo Macedo que tentou reabrir o processo-crime.