São presos preventivamente quatro arguidos do caso «Universidade Moderna». Os arguidos são acusados de crimes que vão desde associação criminosa até gestão danosa, passando por burla, falsificação, apropriação ilícita e corrupção. Nos jornais o caso envolveu políticos, como João Soares e Paulo Portas, que não foram constituídos arguidos, embora Paulo Portas tenha sido ouvido como testemunha no Tribunal de Monsanto, que julgou o caso, a 9 de junho de 2003, sendo na altura ministro da Defesa.