Realizam-se as eleições presidenciais. Diogo Freitas do Amaral obtém 46,3% e Mário Soares 25,4% dos votos, pelo que será necessário efetuar uma segunda volta. Salgado Zenha não consegue alcançar mais de 20,9% e Maria de Lurdes Pintasilgo 7,4%. A abstenção atinge 25%. Salgado Zenha apela ao voto em Soares na segunda volta, tal como o PRD, o MDP/CDE e a UDP. A 29 de janeiro, Álvaro Cunhal anuncia a decisão do comité central do PCP de votar «conjunturalmente» em Mário Soares. No dia seguinte (30 de janeiro), Freitas do Amaral critica Soares por aceitar o apoio do PCP.