Reunião do Gabinete de Crise com o objectivo de analisar o surto de violência terrorista, com três atentados em menos de 24 horas. A 28 de janeiro, granadas de morteiro falham os navios da Força Naval Permanente da NATO no Atlântico ancorados no Tejo. No mesmo dia, em Vila Real, uma encomenda armadilhada mata o empresário Sidónio Cabanelas e fere gravemente o seu secretário. A 29 de janeiro, em Castro Verde, um engenho explosivo detona junto da residência de um proprietário rural, provocando danos materiais. As FP-25 de abril reivindicam os atentados.