A Polícia Judiciária lança uma operação contra as FP-25 de abril, coordenada com forças da PSP e GNR. A sede da Força de Unidade Popular é revistada e selada. A 20 de junho, Otelo Saraiva de Carvalho é detido em Caxias, em regime de incomunicabilidade. A 22 de junho, e em telefonema para a ANOP, 30 elementos das FP-25 de abril afirmam a sua intenção de se entregar, desde que lhes sejam dadas garantias de não serem «utilizados como proscritos ou bodes expiatórios». A ação das FP-25 conduziu à morte de 17 pessoas (quatro operacionais e 13 vítimas de violência terrorista), tendo sido perpretados 66 atentados a tiro e à bomba e 99 assaltos.