09
Setembro
1983
Assinatura da «carta de intenções» do segundo acordo com o FMI, prevendo uma quebra de 5% nos salários reais, com a consequente baixa no consumo, uma redução de 50 a 100 mil trabalhadores no setor público e uma forte diminuição do défice orçamental, que se situava em 11% do PIB. Eram as contrapartidas para a formalização de um acordo de stand by. O documento só é tornado público a 19 de setembro. Entre 1980 e 1983, o nível da atividade económica tendeu a estagnar, o desemprego tendeu a aumentar e os pagamentos externos a entrar novamente em ruptura. O total do apoio concedido pelo FMI, entre outubro de 1983 e o final de 1984, atingiu os 650 milhões de dólares, ou seja cerca de 3,5% do PIB.