Na Baixa do Porto, a UGT e a CGTP realizam comemorações separadas do 1.º de maio, com a presença da PSP de permeio. A disputa da Praça Humberto Delgado como palco da realização das comemorações resulta em dois mortos e mais de cem feridos, devido à atuação do Corpo de Intervenção daquela força policial. A 2 de maio, o Governo decide processar os dirigentes sindicais da UGT e o Ministério da Administração Interna anuncia a realização de um inquérito para apurar responsabilidades. A 3 de maio, o secretariado da CGTP, reunido no Porto, decide propor a data de 11 de maio para uma greve geral de 24 horas como protesto contra os incidentes registados na madrugada de 1 de maio. A 8 de agosto, o ministro da Administração Interna, Ângelo Correia, afirma que as responsabilidades dos incidentes do 1.º de maio no Porto cabem à CGTP e, em casos pontuais, à PSP e ao seu Corpo de Intervenção.