No próximo dia 13 de março, a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) vai organizar, em conjunto com a Universidade dos Açores e a RTP Açores, um debate sobre a pobreza, o desenvolvimento humano e o futuro da Região Autónoma dos Açores, a pretexto do lançamento do livro «Jénifer, ou a princesa da França – as ilhas (realmente) desconhecidas», de Joel Neto, que integra a coleção de Retratos da Fundação.
Para marcar a ocasião, e no âmbito da sua missão de contribuir para uma discussão informada e sustentada em factos e dados oficiais, a Pordata, base de dados estatísticos da Fundação Francisco Manuel dos Santos, divulga uma atualização do seu Retrato dos Açores, que contém um resumo de indicadores estatísticos sobre o arquipélago, com informação sobre ilhas e municípios, no contexto global de Portugal.
Pordata divulga dados que formam um retrato das migrações em Portugal
18 Dezembro 2022
Quem são e de onde vêm os estrangeiros que vivem em Portugal? De que forma contribuem para a natalidade? E qual o perfil dos portugueses que optam por emigrar? Que impacto têm os vistos Gold e os pedidos de asilo no nosso país? E como se comparam os rendimentos dos portugueses com os dos estrangeiros residentes em Portugal?
Que a questão demográfica é o grande desafio de Portugal para as próximas décadas, parece ser a opinião consensual dos especialistas. Uma das soluções de curto-prazo mais citadas é a atração da imigração. Tem o saldo migratório sido robusto o suficiente para mitigar as consequências da perda de população em Portugal? Num país a encolher e a envelhecer, e onde a natalidade tem vindo a diminuir, como pode Portugal inverter uma tendência que põe em causa a sua própria sustentabilidade?
Que a questão demográfica é o grande desafio de Portugal para as próximas décadas, parece ser a opinião consensual dos especialistas. Uma das soluções de curto-prazo mais citadas é a atração da imigração. Tem o saldo migratório sido robusto o suficiente para mitigar as consequências da perda de população em Portugal? Num país a encolher e a envelhecer, e onde a natalidade tem vindo a diminuir, como pode Portugal inverter uma tendência que põe em causa a sua própria sustentabilidade?
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