A Polícia Judiciária realiza buscas nas instalações da EPUL, tendo solicitado o acesso às atas das reuniões do conselho de administração daquela empresa municipal. A busca ocorreu dias depois de a vereadora Gabriela Seara ter anunciado que os administradores da EPUL devolveram, cada um, 12.400 euros de prémios que tinham recebido relativos à gestão de 2004 e 2005, atribuídos pelas empresas IMOHIFEN e GF, sociedades anónimas constituídas pela empresa municipal, quando havia sido estabelecido por resolução do Conselho de Ministros «a não atribuição de prémios de gestão aos administradores relativamente aos exercícios económicos de 2004 e 2005». A EPUL ver-se-á envolvida em suspeitas de má gestão ou gestão danosa até à sua extinção por deliberação da Assembleia Municipal de Lisboa de maio de 2013.