Realiza-se a tomada de posse do VI Governo Constitucional, o primeiro da responsabilidade da Aliança Democrática (coligação PSD/CDS/PPM), chefiado por Francisco Sá Carneiro. O elenco inicial era composto por Diogo Freitas do Amaral (vice-primeiro-ministro e Negócios Estrangeiros), Francisco Pinto Balsemão (adjunto do primeiro-ministro), Adelino Amaro da Costa (Defesa Nacional), Eurico de Melo (Administração Interna), Mário Raposo (Justiça), Aníbal Cavaco Silva (Finanças e do Plano), Vítor Crespo (Educação e Ciência), Eusébio Marques de Carvalho (Trabalho), João Morais Leitão (Assuntos Sociais), António Cardoso e Cunha (Agricultura e Pescas), Basílio Horta (Comércio e Turismo), Álvaro Barreto (Indústria e Energia), João Porto (Habitação e Obras Públicas) e José Viana Baptista (Transportes e Comunicações). A 10 de janeiro, o Conselho de Ministros aprova a Lei Orgânica do Governo (Decreto-Lei n.º 3/80, publicado em 7 de fevereiro), que inclui o cargo de vice-primeiro-ministro. Ao vice-primeiro-ministro (Diogo Freitas do Amaral) competia, entre outras funções, a orientação, coordenação e superintendência em matéria de integração europeia. A Lei Orgânica também contemplava um secretário de Estado da Integração Europeia (Rui Almeida Mendes), cujos serviços funcionavam na dependência da Presidência do Conselho de Ministros.