Um atentado à bomba destrói o carro onde viajava o candidato da UDP por Vila Real, padre Maximino Barbosa de Sousa (Padre Max), matando-o, bem como à jovem que o acompanhava, Maria de Lurdes Correia. O atentado foi atribuído ao ELP/ MDLP. Em 1977, o processo será arquivado por falta de provas. Será reaberto, em 1989, pelo Tribunal da Relação do Porto e novamente arquivado. Em 1996, o Tribunal da Relação do Porto reabrirá de novo o processo, tendo pronunciados quatro autores materiais, que serão absolvidos em 1997, por falta de provas. O Supremo Tribunal de Justiça anulará o acórdão, sendo marcado novo processo. A 21 de janeiro de 1999 os arguidos serão absolvidos, embora o Tribunal tenha admitido que o ataque partira do MDLP.