A guerra em Angola acentua-se, com a FNLA, apoiada pelo Zaire, a avançar sobre Luanda, onde o MPLA resiste e mobiliza a população, passando a contar igualmente com o apoio de militares cubanos. A UNITA consolida o seu domínio sobre as cidades do Sul, com o apoio militar de tropas sul-africanas.
Cinco jornalistas, de nacionalidade britânica, neozelandesa e australiana, ao serviço de duas cadeias de televisão da Austrália são mortos por forças especiais indonésias em Balibó, durante uma incursão militar em Timor-Leste. O caso seria ocultado da opinião pública pelos governos indonésio e australiano que sempre referiram que os jornalistas tinham sido mortos no campo de batalha e não executados por tropas especiais do regime de Jacarta. Em 2009, familiares das vítimas ainda tentavam apurar responsabilidades.