O Subúrbio, Amadora, a cidade-fronteira
Nº100 SETEMBRO 2026
Quando alguém diz que é «da Amadora», o estigma cola-se-lhe à pele. Toma a forma de blocos de cimento mal desenhados ou bairros clandestinos, famílias apertadas em altura, o dormitório pobre e problemático da capital. E, contudo, sendo um dos concelhos mais pequenos, mas com a maior densidade populacional de Portugal, a Amadora é bem mais do que isso.
Este retrato percorre seis lugares que permitem ilustrá-la em seis dimensões — economia, desporto, transportes e mobilidade, imigração, habitação e cultura —, a partir das vozes de quem a habita. Das antigas fábricas da Sorefame à Cova da Moura, do Estádio José Gomes aos corredores do Babilónia, eis uma outra cidade, onde a herança operária, o peso da imigração e a reinvenção do espaço urbano criaram um quotidiano e uma identidade dinâmicos e irreplicáveis.
Quando alguém diz que é «da Amadora», o estigma cola-se-lhe à pele. Toma a forma de blocos de cimento mal desenhados ou bairros clandestinos, famílias apertadas em altura, o dormitório pobre e problemático da capital. E, contudo, sendo um dos concelhos mais pequenos, mas com a maior densidade populacional de Portugal, a Amadora é bem mais do que isso.
Este retrato percorre seis lugares que permitem ilustrá-la em seis dimensões — economia, desporto, transportes e mobilidade, imigração, habitação e cultura —, a partir das vozes de quem a habita. Das antigas fábricas da Sorefame à Cova da Moura, do Estádio José Gomes aos corredores do Babilónia, eis uma outra cidade, onde a herança operária, o peso da imigração e a reinvenção do espaço urbano criaram um quotidiano e uma identidade dinâmicos e irreplicáveis.
Mais detalhes
Dimensões
6,5 × 130 × 200 mm
Nº ISBN
978-989-9270-00-8
4,50 €
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