Escrever à Mão
Nº159 SETEMBRO DE 2026
O ato de escrever à mão surgiu em épocas e civilizações distintas sem resultar, ao que parece, da transmissão desta competência cognitiva entre elas. Isto é, a invenção da escrita eclodiu, de forma natural, após a transformação do cérebro humano ao longo de alguns milhões de anos. Eis senão quando, na nossa era, a escrita à mão está à beira de extinguir-se ou, pelo menos, de se ver reduzida a uma excentricidade ou a objeto de museu.
Este livro pretende fixar a memória do que tem sido a arte de escrever à mão, valorizando a caligrafia como registo identitário de quem escreve, capaz de transmitir emoções. Com recurso à tecnologia digital, a sua maior inimiga, conseguimos perceber, afinal, como funciona e por que motivo ela é, em muitos aspetos, o oposto da artificialidade e um símbolo da humanidade.
O ato de escrever à mão surgiu em épocas e civilizações distintas sem resultar, ao que parece, da transmissão desta competência cognitiva entre elas. Isto é, a invenção da escrita eclodiu, de forma natural, após a transformação do cérebro humano ao longo de alguns milhões de anos. Eis senão quando, na nossa era, a escrita à mão está à beira de extinguir-se ou, pelo menos, de se ver reduzida a uma excentricidade ou a objeto de museu.
Este livro pretende fixar a memória do que tem sido a arte de escrever à mão, valorizando a caligrafia como registo identitário de quem escreve, capaz de transmitir emoções. Com recurso à tecnologia digital, a sua maior inimiga, conseguimos perceber, afinal, como funciona e por que motivo ela é, em muitos aspetos, o oposto da artificialidade e um símbolo da humanidade.
Mais detalhes
Dimensões
8 × 130 × 200 mm
Nº ISBN
978-989-9243-89-7
4,50 €
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