Filosofia e Cultura

O Futuro da Ficção

PUBLICADO EM dezembro 2012
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Sinopse

“O meu mundo é o da ficção. Sem as histórias, como as que contava Homero aos seus ouvintes e Sherazade ao rei Xariar, ou as que nos deixaram as peças de Shakespeare, as óperas de Mozart, os romances de Dickens ou os filmes de John Ford, sem a ilusão de que o mundo pode ser perfeito, de que há seres que vivem por nós um destino a que uma espécie de justiça imanente distribui prémios e castigos, sem a possibilidade que eles nos dão de sonhar e de temer, sem a capacidade que a ficção nos oferece de interpretar os nossos próprios sentimentos através de personagens frágeis e heróicos, bons e maus, generosos e egoístas, justos e perversos, sinceros e dissimulados, fracos e poderosos – o mundo não era suportável e a vida não fazia sentido. ‘Humankind, escreveu Eliot, can’t beare too much reality!’” António-Pedro Vasconcelos

Autoria

Coordenação e autoria

  • António Pedro Vasconcelos
    Nasceu a 10 de Março de 1939. Além de vários documentários, realizou Perdido por cem (1973), Oxalá (1980), O Lugar do Morto (1984), Aqui d'El Rei! (1992), Jaime (1999), Os imortais (2004), Call Girl (2007), A Bela e o Paparazzi (2010). Jaime obteve o Prémio Especial do Júri no Festival de San Sebastian e em Portugal, Jaime, Call Girl e a Bela e o Paparazzi, os Globos de Ouro para o Melhor Filme. Foi crítico de cinema, desde 1961, e chefe de redacção de o Cinéfilo (1973/4). É professor e colunista. Em 1993/4, presidiu ao Grupo de Trabalho encarregado de elaborar um estudo para a Comissão Europeia sobre a situação do cinema na Europa.

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