Apresentação do livro «Trás-os-Montes, o Nordeste»
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Apresentação do livro «Trás-os-Montes, o Nordeste»

30 maio 2017
*Entrada livre mediante pré-inscrição
Apresentação do livro «Trás-os-Montes, o Nordeste»

2017

30 maio
18h30 - 20h00
Biblioteca Municipal Trindade Coelho, em Mogadouro.

Apresentação do livro «Trás-os-Montes, o Nordeste»

Com o autor, J. Rentes de Carvalho, e Francisco José Viegas. Moderação por David Lopes, Director-geral da FFMS.

Apresentação do retrato «Trás-os-Montes, o Nordeste», de J. Rentes de Carvalho, que irá decorrer no dia 30 de Maio na Biblioteca Municipal Trindade Coelho, em Mogadouro. A apresentação será feita na presença do Presidente da Câmara Municipal do Mogadouro, Francisco José Mateus Albuquerque Guimarães. Oradores: J. Rentes de Carvalho (autor), Francisco José Viegas (escritor). Moderador: David Lopes (administrador e director-geral da FFMS). Sobre o livro: «De Trás-os-Montes, o nosso palato conhece os pratos fartos; cheira-nos a terra acabada de arar, e lembra-nos uma província antiga, quase desaparecida, de postal. Mas da justaposição dessas imagens – de memória, costumes e saudade – com as do novo século emerge um desconhecido. Que Nordeste Transmontano é este, votado ao abandono, à beira de perder os últimos filhos da tradição? O encontro entre o agora e o então num retrato pessoalíssimo, como só os verdadeiros retratos sabem ser.» Sabia que no concelho de Mogadouro é possível recuar a tempos pré-históricos através dos monumentos megalíticos de Pena Mosqueira, ou das peças arqueológicas encontradas nos povoados de Cunho e Barrocal Alto, e que remontam ao III milénio a.C.? Este retrato descreve-se como um testemunho ecléctico e emotivo de recordações, tendo como pano de fundo paisagens que transcendem o olhar, os costumes das gentes serranas e uma vida longínqua ditada por circunstâncias geográficas que souberam preservar uma identidade e cultura únicas. Com o autor, que tem raízes em Trás-os-Montes, mas vive há mais de sete décadas fora do país, é possível comungar da alma transmontana e fazer não só parte de um relato próximo que se pretende literário, turístico e gastronómico, mas de uma partilha de vivências e saudades.

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