1973, 1993, 2013. Foram estas as referências. O último ano antes da Revolução. Hoje. E um ponto a meio caminho. Para ver como evoluímos. Com a frieza dos números. Com a facilidade de consulta da Pordata. O suficiente para perceber que os tempos não são de euforia. Mas que o caminho percorrido é, mesmo assim, imenso.