Sabemo-lo de experiência: é possível viver sem democracia. Mas ela não sobrevive sem a corrente de ar do humor, e no contexto da opinião escrita, do desenho de humor. Ainda que, na vez de cócegas, sinta dor quando o riso, sob forma de caricatura ou cartoon, toque nos sempiternos temas de extrema sensibilidade: a religião, o sexo ou a política, portanto, os poderes.